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SEJA A NOSSA MODERAÇÃO CONHECIDA

Esta é a expressão que Paulo usa ao caminhar para o final da sua carta aos filipenses, escrita da prisão em Roma (4.5). Ele se vale da palavra “moderação“. No original significa: “firmeza paciente e humilde, mansidão, capaz de submeter-se a injustiças, desgraças e maus tratos, sem ódio ou maldade, confiando em Deus a despeito de tudo (Leivestad, 158, citado por Rienecker e Rogers, Chave Linguística do NT, Vida Nova, SP, p. 414).

Essa deve ser a nossa realidade, o nosso dia a dia. A qualidade de moderação ou equilíbrio, diz o apóstolo, deve ser conhecida de todos os homens, pois perto está o Senhor. Em qualquer tempo devemos nos cuidar para que a murmuração, reclamação, o medo, as atitudes desequilibradas, o pânico, a ansiedade ou preocupação não definam as nossas ações e reações. Mas que o louvor, a gratidão, coragem, o descanso, a mansidão, ternura e humildade domine os nossos corações, atitudes e atos em relação a Deus e ao próximo.

Os que não conhecem a Cristo precisam ver em nós manifestações de amor, fé, confiança, segurança, descanso na fidelidade de Deus, gratidão, cântico e perseverança. As nossas atitudes e os nossos atos devem ser marcados pela confiança plena em Deus, pelo respeito e consideração ao próximo. Não sejamos estúpidos, ácidos, ríspidos com os nossos semelhantes. Sejamos moderados, educados, equilibrados e gentis com as pessoas. Não passemos para as pessoas agressões que recebemos de outrem. Elas não têm culpa das nossas frustrações, fracassos e recalques. Aprendamos a lidar com os outros com a ternura de Cristo Jesus.

Passamos por tempos cinzentos, difíceis, complicados e tumultuados, mas não permitamos que as circunstâncias negativas nos dominem ou definam a nossa agenda de relacionamentos com o Senhor e o próximo. Que as pessoas vejam em nós o amor, a comunhão, mansidão, solidariedade e humildade de Cristo Jesus. Como nos ensina Paulo: “Cristo em vós, a esperança da glória” (Colossenses 1.27).

Vivamos cada dia com intensidade e profundo contentamento e respeito pelo outro. Sejamos pródigos em amar, orar, perdoar, aconselhar, orientar, encorajar, doar e louvar. Que haja constância em nossa adoração a Deus! Que a nossa gratidão seja fruto da nossa comunhão com o Senhor. Seja a alegria a música da nossa alma. Que o Espírito Santo em nosso espírito nos leve a declarar a cada dia o amor de Deus Pai por nós e o nosso amor por Ele! Esse amor em nossos corações deve ser de uma transmissibilidade altíssima. Sejamos moderados no trato com os outros para que Deus, nosso Pai, seja glorificado!

Oswaldo Luiz Gomes Jacob

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