O AMOR DE DEUS

Não podemos dimensionar com a nossa cabeça tão pequena o amor de Deus. Ele é imensurável. Pensar no amor de Deus é refletir acerca da Sua própria Pessoa porque Deus é amor (1 João 4.8). A Sua natureza é amor. Um Deus de amor que age em todo o tempo a nosso favor. Ele tem muito interesse em nosso bem estar. O Seu prazer é ver em nós a Sua centralidade, que Ele é a prioridade em nossas vidas. O Senhor Jesus trazia prazer ao coração do Pai em razão da sua obediência (Mt 3.17).

O amor de Deus é real. Eterno. Revelado abundantemente nas Escrituras (João 3.16; Rm 5.8). Pregado nos púlpitos, nas casas, auditórios e nas ruas, mas pouco vivido pelos que proclamam e pelos que ouvem. Conhecer o amor de Deus é amar o próximo como a nós mesmos. É ver a vida numa outra dimensão – a da graça abundante. Experimentar o amor de Deus é vivenciar a Sua ternura e simpatia perfeitas. Crer no amor de Deus é experimentar a Sua aceitação e a Sua festa preparada para nós. Por causa do Seu grande amor fomos aceitos no Amado (Ef 1.6). Por ser amor, o nosso Deus é o Autor da nossa salvação.

O Senhor Jesus Cristo é a manifestação divino-humana do amor de Deus. Ele habitou entre nós e vimos a glória do Seu amor. O amor do Pai está nEle. Um amor incomparável e insubstituível. Revelado na cruz. Quem tem um amor maior do que o amor do Pai que está no Filho? (João 15.13,14). O amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor é a nossa segurança absoluta, pois o apóstolo Paulo afirmou esta verdade (Rm 8.38,39). É a nossa âncora firme, inamovível. Nada, absolutamente nada, nos poderá separar do Seu amor!

O amor de Deus é terapêutico, encorajador e desafiador. Pensar no amor de Deus é trabalhar para Ele, para a Sua glória. O Seu amor nos conduz naturalmente a servir às pessoas tendo o Senhor de Jesus como modelo perfeito (Mt 20.28). Com este amor aprendemos a ajudar as pessoas necessitadas. Levantar os abatidos. Levar uma palavra de refrigério aos cansados. Palavra de libertação aos cativos e oprimidos pelo maligno.

A nossa reflexão acerca do amor de Deus nos conduz a uma vida de doação e expressão. Oração e consagração. Perdão e aceitação. O amor de Deus é sublime. Acalma a nossa mente e fortalece o nosso coração. Motiva-nos a uma caminhada de obediência. Torna-nos discípulos produtivos. Discípulos engajados no serviço do Reino de Deus. O amor de Deus em nós produz a ética centrada na Sua Palavra. Este amor não é proibitivo, mas inspirador a atitudes e atos de santidade. O mesmo Deus de amor é o Deus Santo (Lv 19.2). O amor do Pai enche as nossas entranhas. Satisfaz a nossa alma. Torna–se o nosso deleite. Temos plena satisfação nEle.

Aprecio a letra do hino 24, do Cantor Cristão: “Deus é amor. A Sua graça conquistou o meu coração; concedeu-me vida eterna, paz e luz e salvação. Deus é amor. Eis tudo acaba neste mundo de amargor; só perdura inalterável Seu infinito e eterno amor. Deus é amor, pois cuida sempre do Seu filho bom, fiel, Ele inspira, guia e livra; como ao povo de Israel. Deus é amor. Vem, auxilia a este pobre pecador; perdoado, agora almeja, proclamar o teu amor!”.

Então, o amor do Pai nos inspira a evangelizar, fazer missões e ajudar os pobres. Motiva-nos muito fortemente à prática da Missão Integral (alcançar o homem no seu espírito, alma ou mente e corpo). Vivamos intensamente este amor a partir da comunhão dos santos, da Igreja, e assim seremos testemunhas maravilhosas de Jesus Cristo, da Sua morte na cruz, da Sua ressurreição, sempre para salvação do homem e, acima de tudo, para a Glória de Deus!

Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor.

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