DESAFIADOS A SER PADRÃO NA VALORIZAÇÃO DA NOVA GERAÇÃO

 

Este é o tema da nossa Convenção para 2013. A criança, o adolescente e o jovem não são o futuro da Igreja, mas esta deve estar presente apontando o futuro. Vivemos numa época muito tumultuada. Nunca recebemos tantas informações com a velocidade de agora. Constatamos a era da dispersão e do artificialismo. Tecnologia é muito importante desde que não seja obstáculo na comunicação seja no lar, seja na Igreja ou qualquer outro ambiente. Que não comprometa os relacionamentos. Na era da comunicação temos nos comunicado tão pouco e com uma qualidade sofrível. O nosso grande desafio como geração mais experiente é apresentar a Palavra de Deus como prioridade na formação da nova geração. Investir tempo na oração pelos nossos filhos e netos, bem como no ensino adequado das Escrituras.

O tempo que vivemos é um tempo em que o ‘deus do entretenimento’ está dominando de forma avassaladora. Os meios de comunicação estão investindo pesado para influenciar a nova geração. É o que a Rede Globo está fazendo com o “vem.aí”. O ‘deus do entretenimento’ tem tornado as pessoas, especialmente as mais novas, alienadas, superficiais e comprometidas com relacionamentos descartáveis. Sabemos que o propósito de Deus em Cristo é tornar o homem uma nova criatura, é mudar o curso da sua história (2 Co 5.17). É a experiência do novo nascimento, da troca do coração ( Ez 36.25,26; João 3.1-16). De Gênesis a Apocalipse temos uma carta de amor do nosso Deus pelo homem perdido, morto nos seus delitos e pecados (Ef 2.1-3). A mudança proposta pelo Senhor na Sua Palavra é radical. Não podemos focar no negativismo, na desesperança ou no caos, mas confiarmos na fidelidade de Deus porque nEle há verdadeira esperança. O milagre é real.

Como membros de uma geração mais experiente, devemos promover o diálogo cristão a partir dos fundamentos das Escrituras Sagradas. A nossa argumentação não deve ser filosófica, mas absolutamente comprometida com a Palavra de Deus que gera a fé (dom de Deus) e com a ética (a fé norteando atitudes e atos, estilo de vida genuinamente cristão). O nosso argumento é Cristo em nós, a esperança da glória (Cl 1.27). Não podemos relativizar os padrões do Reino de Deus já estabelecidos na Escritura. Ela é a autoridade de Deus para nós. A nova geração deve ver o nosso testemunho, a partir da Palavra, como um estimulo para a sua vida. Na verdade, devemos ser testemunhas fidedignas em qualquer situação. Manifestar o caráter de Cristo é influenciar positivamente a nova geração. Esta geração quer ver atitudes e atos coerentes. Não podemos perder a oportunidade de ser padrão tendo como fundamento o texto sagrado. Manifestarmos não um mero sentimento, mas uma fé cristã que seja de carne e osso, que redunde num testemunho do Espírito Santo em nós para a Glória de Deus Pai.

Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pr.

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