LAMPEJOS SOBRE A TENTAÇÃO (III)

John Owen (1616 – 1683)

Qualquer que seja a sua tentação, ela pode ser conquistada pela fé na cruz de Cristo.

Ore, pois, contra a tentação, até que ela se afaste, ou que Deus lhe tenha renovado as forças para que a resista e a vença.

Olhe confiantemente para Aquele que prometeu libertação. Pense na fidelidade de Deus, Deus prometeu que ‘não permitirá que sejais tentados além das vossas forças’ (1 Co 10.13).

Se negligenciar o vigiar e o orar, as consequências podem ser duas: cairá, certamente, no pecado, mais cedo ou mais tarde; Deus se desagradará de você e poderá discipliná-lo.

Não se deixe envolver por coisa alguma que o leva à tentação.

Os verdadeiros cristãos, que estão definitivamente livres do poder condenatório do pecado, ainda devem se ocupar durante toda a vida com a mortificação do remanescente poder do pecado.

A força, o poder, e o gozo em nossa vida espiritual dependem de mortificarmos os atos da natureza pecaminosa.

O pecado está sempre ativo, sempre instigando, sempre incitando e tentando (Autor desconhecido).

O pecado remanescente está constantemente ativo, enquanto vivermos, lutando para produzir atos pecaminosos.

Se o pecado não for objeto de escrutínio, se não for continuamente mortificado, produzirá pecados que dominarão a vida, pecados escandalosos que prejudicarão sua vida espiritual.

O pecado, como a sepultura, nunca se satisfaz.

Deus nos deu o Seu Espírito Santo e uma nova natureza, para que disponhamos de meios com os quais possamos nos opor ao pecado e aos maus desejos.

O pecado põe sua força contra cada ato de santidade.

O sangue de Jesus é para purificar-nos, e não para nos confortar numa vida de pecado!

Mortificar o pecado é obra do Espírito Santo. Deus prometeu-nos na Sua Palavra dar-nos o Espírito Santo para fazer essa obra.

Edição: Oswaldo Luiz Gomes Jacob

Pastor batista

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