TRÊS CONVICÇÕES DO CRISTÃO GENUINO

 

Todo cristão genuíno sabe, crê e entende que foi alcançado pela graça de Deus, foi alvo do amor incondicional de Deus e, por isso, tem prazer em louvar, agradecer ao Senhor por Sua tão grande salvação concedida por meio de Cristo Jesus, o Redentor suficiente. Quando nos referimos à graça de Deus queremos dizer o favor imerecido de Deus. Significa que Deus nos dá tudo não porque merecemos, mas pela obra do Seu Filho na cruz. Então, a graça é Deus dá tudo a quem nada merece. O nosso relacionamento com Deus não é com base em nosso merecimento, mas por meio do trabalho incomparável de Cristo a nosso favor. Paulo diz claramente que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo e nos deu o ministério da reconciliação (2 Co 5.18-20). Graça é presente, doação, dom da parte de Deus. É manifestação soberana do Pai. É Deus descendo em Cristo para nos alcançar em profundo e incomparável amor.

Além da graça, temos a convicção do amor incondicional de Deus. Um amor que não barganha. Deus é amor (1 João 4.8). O amor é inerente ao ser de Deus. Saber que Deus nos ama é um bálsamo para o nosso coração, para as nossas entranhas. O amor de Deus por nós não depende de nosso mérito e nem do nosso desempenho. O amor de Deus é infinitamente maior do que amor de mãe (Is 49.15). O Seu amor é denso e intenso. É um presente e está sempre presente. O Seu amor é incondicional. Ele nos amou de tal maneira que deu o Seu Filho único para que crêssemos nEle e recebêssemos a vida eterna (João 3.16). Ele prova Seu amor pelo fato de ter Cristo morrido por nós (Rm 5.8). Que grande e excelso amor com o que Ele nos amou! O amor de Deus é terapêutico, encorajador, provedor, protetor e sempre doador.

Alcançados pela graça e sendo amados de Deus não temos outra alternativa coerente do que agradecermos, louvarmos e adorarmos a todo instante. Quantas vezes somos como os nove leprosos que não voltaram para agradecer a Jesus a sua cura! Como o povo de Israel que, provido pelo Senhor no deserto, murmurava, querendo voltar à escravidão do Egito. Povo rebelde, ingrato e arrogante. O salmista nos ensina a rendermos graças ao Senhor em todo o tempo. Devemos ser gratos, louvarmos a Deus não pelo que recebemos dEle, mas pelo que Ele é. Deus é a motivação para a vida e para o nosso louvor. Paulo e Silas cantavam hinos de louvor a Deus na prisão. Na bonança ou na tempestade devemos sempre agradecer, louvar a Deus de todo o coração. O Pai tem prazer na gratidão dos que O amam.

Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pr.

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