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UMA IGREJA REVOLUCIONÁRIA

Sabemos que a igreja revolucionária não é uma comunidade que pega em armas, usa de violência para intimidar as pessoas. É uma igreja constituída de discípulos que negam a si mesmos e seguem a Cristo Jesus, o Senhor (Mateus 16.24-27). Uma igreja cheia do amor do Pai, da graça de Cristo e do poder do Espírito Santo. Uma igreja voltada para o alto e para os perdidos. É a comunidade do perdão, da aceitação e da festa. É o Corpo Vivo de Cristo, cujos membros são dependentes do Senhor e ligados uns aos outros em profundo amor.

Uma igreja revolucionária busca as coisas do alto onde Cristo está assentado à destra de Deus Pai (Colossenses 3.1-4). Ela está comprometida com a pregação de todo o evangelho, ao homem todo e em todo o mundo (Mateus 28.18-20). Ela tem a liberalidade de Barnabé; o amor de João; o espírito evangelístico de Paulo; a fidelidade de Estevão; a intrepidez de Pedro e João Batista. Ela serve como Dorcas (Atos 9.36-40). É uma igreja revolucionária porque não se conforma com este mundo, mas está em constante transformação no seu entendimento para experimentar a cada dia a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Romanos 12.1,2).

Sim, uma igreja revolucionária tem consciência de ser sal da terra e luz do mundo (Mateus 5.13-16). Uma comunidade relevante. Está comprometida com a justiça social cuja base é a Palavra de Deus. Uma igreja que denuncia o pecado e apresenta o Senhor Jesus Cristo como a única solução (Atos 4.12). Uma comunidade bela e singela. Criativa e proativa. Constituída de pessoas amáveis, perdoadoras, encorajadoras, perseverantes, ousadas e alinhadas com as Escrituras.

Na percepção e convicção de John Stott, “a Igreja tem dupla responsabilidade em relação ao mundo ao seu redor. Por um lado, devemos viver, servir e testemunhar no mundo. Por outro, devemos evitar nos contaminar por ele. Assim, não devemos preservar nossa santidade fugindo do mundo, nem sacrificá-la nos conformando a ele. Tanto o escapismo quanto o conformismo são proibidos para nós. Esse é um dos temas principais da Bíblia, ou seja, Deus está convocando um povo para si e o desafiando a ser diferente de todos. ‘Sejam santos’, diz ele repetidamente ao Seu povo, “porque eu sou Santo” (Levítico 11.44; 1 Pedro 1.15,16).

Uma igreja revolucionária é composta de discípulos de Jesus que buscam a semelhança com Ele, a consequente maturidade espiritual, têm uma cosmovisão cristã da Criação de Deus na qualidade ecônomos ou administradores; vivem a simplicidade de Cristo; dão um belíssimo testemunho de equilíbrio cristão; vivem na dependência do Senhor e estão preparados para a morte, para o encontro com o Senhor. Sim, devemos ser uma igreja revolucionária que se importa com os que sofrem. O seu compromisso é com a influência do evangelho em casa, na escola, no trabalho e em ambientes.

A igreja do Senhor Jesus, que é revolucionária, se importa com os moradores de rua, com os mendigos, os desempregados, os que têm necessidades especiais, os enfermos, os presos, os menores infratores, as mães solteiras, os dependentes químicos, os que vivem na imoralidade e os excluídos pela sociedade narcisista, egoísta e altamente consumista.

O Senhor quer que sejamos uma igreja revolucionária, engajada na mudança radical do homem e da sociedade. Que prega a Cristo e este crucificado (1 Coríntios 2.1,2). Que se enche de compaixão pelos perdidos. Que aproveita todas as oportunidades para falar do amor de Cristo. Uma igreja contagiante, cujos membros são empáticos e simpáticos. A vida de Cristo é a sua vida. Ela está comprometida com a evangelização do mundo até que Cristo volte! Sejamos essa igreja!

Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor.

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