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REFLETINDO ESTE MOMENTO POLÍTICO

Na verdade, seria um momento político ou de politicagem (deformação da política)? O Brasil está polarizado. A intolerância aumenta e a violência também. Líderes religiosos (que para mim não são pastores) fomentam o ódio, a disputa animal, o jogo de interesses, a irracionalidade, a truculência e toda a sorte de exageros. Outros, revelam o seu interesse pessoal em se promover. 
O nosso tempo é de um caos sem precedentes. É o caos moral, espiritual, emocional. Vivemos uma crise de valores. Os candidatos fazem tudo para serem aceitos. São maquiavélicos. Como vamos construir uma nação de vanguarda se estamos divididos em guetos partidários? Como seremos um grande país se os partidos estão partindo o Brasil? 
Como vamos enfrentar e vencer os gargalos que nos impedem de crescer? Como vamos enfrentar a violência divididos enquanto a bandidagem está unida? Como enquadrar fortemente a corrupção se estamos fragmentados? 
O momento político está muito acirrado em função das redes sociais. Vale de tudo e algo mais para se chegar ao poder. 
Os autênticos cristãos que são guardiães da democracia não partem para a polarização e nem para a intolerância. Prudência e canja de galinha não fazem mal a ninguém. 
Nesse momento político há famílias brigando, divididas, semeando a discórdia, contenda, o desentendimento e a desunião. É triste ver um povo que não sabe votar. Que em muitas ocasiões foi massa de manobra, sem uma consciência crítica.
Estamos cheios da mesmice, das falsas promessas, da incompetência, corrupção, do nepotismo dos politiqueiros. Também, da intolerância, das brigas, acusações, do ódio, ressentimento e da amargura nas famílias e outros relacionamentos. 
Neste tempo, precisamos ter calma, prudência, diálogo, respeito, ter muito amor para com os que pensam diferente de nós. Não nos esqueçamos do zelo, temor e tremor diante de Deus, Senhor da História. 
Como o Senhor Jesus ensinou: Sejamos simples como as pombas e prudentes como as serpentes (Mateus 10.16). 
O momento político exige de nós amor muito mais intenso e abrangente pelo Senhor, pelo Brasil; sensibilidade para com os que sofrem; trabalho voluntário em favor dos que mais precisam. Prioritariamente, o Brasil não precisa do Exército de Caxias, mas do Exército das Boas Obras. De um exército armado com amor, solidariedade, diálogo, altruísmo, gestão eficiente e eficaz, zelo, a busca da excelência, metas arrojadas, empreendedorismo e desenvolvimento sustentável. Todos comprometidos com um Brasil gigante em justiça, distribuição de renda, educação de qualidade, em combate sem trégua a corrupção e a bandidagem. Que Deus nos conceda um Brasil novo, um país reconhecido e respeitado internacionalmente.! Que Deus tenha compaixão da nossa nação varonil!!!

Oswaldo Luiz Gomes Jacob

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