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ESTUDO EM HABACUQUE – CAPÍTULO 2

1. As duas perguntas do Profeta Habacuque: a. Por que Deus permite a continuidade do mal em Judá? (1.2-4). A resposta de Deus: 1.5-11 (examine com cuidado e peça a iluminação do Espírito Santo); b) Por que Deus vai usar uma nação ímpia ou injusta para punir Judá? (1.12-2.1). A resposta de Deus: 2.2-20 (examine com cuidado e peça a iluminação do Espírito Santo).

2. No capítulo 2, o profeta procura entender o Senhor. Como diz Dionísio Pape, é patente que o profeta entendia os princípios básicos da oração (2.1). Habacuque esperava um diálogo com Deus. Temos dialogado com Deus? Estar com Ele é a nossa prioridade? É um tempo inegociável?

3. No verso 2, temos o primeiro outdoor da história. A ideia aqui é escrever claramente, de forma inteligível. É a comunicação que flui entre o emissor e o receptor.

4. No verso 3, mostra que o cumprimento da profecia viria no “tempo determinado” por Deus. Nós não sabemos, mas Ele sabe perfeitamente todas as coisas (Daniel 8.17; Salmo 27.14).

5. Aqui temos um contraste entre o soberbo, arrogante; e o humilde que vive pela fé (v.4). Sua alma = a alma do Caldeu ou Babilônico. O justo viverá pela sua fé, ou melhor, fidelidade, isto é, firmeza moral. Uma pessoa que tem fé é alguém que confia e em quem se pode confiar (Romanos 1.17; Hebreus 10.38).

6. No v.5, o Senhor faz um diagnóstico do povo Babilônico. De que eles eram arrogantes (v.4). Habacuque acrescenta que se embebedam com o vinho e são insaciáveis como o Sheol (sepulcro) e a morte

7. Nos versos 6 a 19, temos 5 “AIS”. Os ais são dirigidos a cinco classes diferentes de pessoas perversas (nós as temos em nossos dias):

7.1. Agiotas gananciosos (vv.6-8);

7.2. Extorsionistas (de extorsão) que pensam estar seguros (vv.9-11).

7.3. Governantes que edificam cidades com suor e o sangue dos menos afortunados (vv.12-14);

7.4. Jeoaquim (o rei) malbaratara os recursos da nação e usara o trabalho escravo para construir um novo palácio para si;

7.5. Pessoas lascivas ou imorais que usavam o álcool como um prelúdio para a perversão (vv.15-17); e idólatras que adoravam objetos inanimados (vv.18-20). Estes “AIS” não são pronunciados apenas contra os babilônicos, mas também contra os israelitas que praticavam tais males (Ryrie).

8. A violência feita contra o Líbano por vários reis, cortando as suas grandes florestas e matando o seu gado, cairia sobre Judá (v.17; Isaías 14.7,8).

9. Temos no verso 20, um cala boca, uma proibição enfática à rebeldia contra Deus (Sofonias 1.7; Zacarias 2.13).

10. Quais são as lições práticas de valor permanente?

10.1. Precisamos orar e vigiar todos os dias. A nossa devocional deve ser sempre INEGOCIÁVEL.

10.2. Deus sempre se comunicou com a gente de forma clara através de Sua Palavra, das circunstâncias do dia a dia e dos eventos da História.

10.3. Precisamos aprender a esperar o tempo de Deus. Para isto, carecemos de discernimento que é a ä capacidade de olhar para dentro do espírito das coisas”.

10.4. Como justos, justificados pela obra de Cristo na cruz e na ressurreição, precisamos viver pela fé. Que o Senhor nos livre da soberba, autossuficiência, arrogância desse mundo.

10.5. Cuidemos para não entrarmos no campo do fatalismo, de que tudo está perdido. Sabemos que em tudo Deus tem um propósito. Somos justos vivendo num mundo injusto. Dispomos da justiça não como mérito nosso, mas de Cristo Jesus.

10.6. O único Império permanente é o Reino de Deus que o profeta Habacuque e cada um de nós, tanto anelamos. Ele previu o tempo maravilhoso do Reino da justiça e da paz, quando disse: “… a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar” (2.14).

10.7. Devemos evitar todas as práticas maldosas, listadas nos 5 “AIS”.

10.8. Que o Senhor nos livre da idolatria (2.19, Nabucodonozor tinha mandado fazer na cidade de Babilônia uma imensa estátua de si mesmo, toda em ouro, e baixou um decreto para que todos o adorassem, Daniel 3). Esse princípio danoso da idolatria nos leva a adorar coisas em vez de adorarmos ao Deus Único e Soberano, de perfeito amor, e Benigno em todas as Suas obras (Salmo 145.17,18).

10.9. Diante de Deus, devemos estar em reverência, gratidão, contrição, comoção e com os ouvidos bem abertos para o Seu falar e olhos bem atentos para o Seu agir.

Oswaldo Luiz Gomes Jacob

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