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DEPENDÊNCIA

Texto Bíblico: João 15.1-5

1. No Éden, com a desobediência dos nossos pais, nos tornamos independentes, autônomos. De lá pra cá temos vivido como ‘donos’ do nosso nariz. O homem é a raça mais arrogante que existe na face da terra. Uma das suas especialidades é a vaidade. A sociedade está perdida, busca as coisas visíveis, tem se tornado vazia. Ela busca os deuses falsos: sexo, dinheiro e poder. Prestemos a atenção no que diz o pastor Timothy Keller (Seu precioso livro “Deus Falsos”, capítulo: “Fábrica de Ídolos, pgs. 9-12).

2. “Os chamados ‘teólogos seculares’ da década de 60 defendiam audaciosamente que a humanidade havia atingido a maioridade e que, nessas circunstâncias, poderíamos dispensar Deus. Esta infeliz declaração durou pouco, pois a verdade é que somos pecadores; somos dependentes de Deus, de Sua misericórdia e de Sua continua graça…Além disso, precisamos uns dos outros. John Stott e sua queda…

3. Temos na oração do Pai Nosso seis petições: três expressando nossa paixão pela glória de Deus (Seu nome, reino e vontade), seguidas por três que expressam nossa dependência de Sua graça (pelo pão de cada dia, perdão dos nossos pecados e livramento do mal). Então, temos a nossa consciência da glória de Deus e nossa dependência de Sua misericórdia. O que Jesus quis ensinar ao usar a ilustração da criança para a entrada no Reino de Deus?

4. Aprendemos – nós, homens – que não devemos chorar, demonstrar emoção. O que dizermos de Jesus? Ele chorou em público duas vezes: Pela falta de arrependimento do povo da cidade de Jerusalém (Lc 19.41); e outra por causa do sepultamento de Lázaro (João 11.35). Se o Mestre chorou, por que, nós, Seus discípulos, não podemos chorar?

5. Um homem doente, depois de adentrar as profundezas da impotência absoluta, seria impossível chegar ao cume da autoconfiança. Michael Ramsey, arcebispo de Canterbury, discursando para um grupo de pessoas na véspera da ordenação delas, ele escolheu a humildade como tema para ocasião e se discurso incluía os seguintes conselhos:

5.1.Agradeça a Deus, com frequência e sempre (1 Ts 5.18).

5.2.Interesse-se por confessar seus pecados (1 João 1.9; Sl 32).

5.3.Esteja pronto para aceitar as humilhações (Mt 5.3).

5.4.Não se preocupe com status. O status que interessa é a proximidade com Ele mesmo.

5.5.Use seu senso de humor. (Leitura – O Discipulo Radical, pgs. 91,92).

5.6.O falecido Paul Tournier (1898-1986), conhecido médico psicoterapeuta suíço, tornou-se famoso com o seu livro “O Significado ou Sentido das Pessoas”, e aplicou suas ideias em outro livro, “Aprendendo dos Mais Velhos” (Ler – pg. 92).

6. Temos muito mais tendência à independência do que a dependência. Myra Chave-Jones, que na década de 60 foi em grande parte responsável pela fundação “Cuidado e Aconselhamento”, um serviço de aconselhamento cristão em Londres, escreveu que o conflito entre dependência e independência “é uma das curvas mais abruptas de aprendizagem no caminho da vida”. Após a Sua ressurreição, Jesus disse a Pedro (João 21.18).

7. John Wyatt fez uma declaração eloquente sobre a dependência: “O plano de Deus para a nossa vida é que sejamos dependentes”. Os ensinos de João 15. Viemos a este mundo totalmente dependentes do amor, do cuidado e da proteção dos outros… Todos nós estamos destinados a ser um peso para outros (Gl 6.2)… O próprio Senhor Jesus provou da dignidade da dependência. Ele nasceu como um bebê, totalmente dependente do cuidado da mãe (Stott).

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