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	<title>OswaldoJacob.com &#187; Estudos</title>
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	<description>Um maltrapilho alcançado pela graça de Deus</description>
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		<title>A DOR DE REALENGO E A SEGURAN&#199;A NAS ESCOLAS</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 18:48:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O massacre de Realengo, zona Oeste do Rio, no dia 07 de abril de 2011, às 08.30h, quando um jovem louco, um serial killer, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, resolve atirar nos alunos matando 12 crianças entre 9 e 14 anos, sendo 11 meninas, revela dois problemas seríssimos nas escolas publicas brasileiras: a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O massacre de Realengo, zona Oeste do Rio, no dia 07 de abril de 2011, às 08.30h, quando um jovem louco, um <em>serial killer</em>, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, resolve atirar nos alunos matando 12 crianças entre 9 e 14 anos, sendo 11 meninas, revela dois problemas seríssimos nas escolas publicas brasileiras: <em>a falta de segurança e o domínio dos traficantes.</em> Estamos estarrecidos, em estado de choque com a frieza e a loucura de um jovem que resolve matar crianças e adolescentes. É impressionante a incompetência dos nossos políticos, secretários de educação, gestores das escolas e associações de bairro, que não trabalham na prevenção. A morte daquelas crianças nos choca a todos e nos leva à indignação sem precedentes. Infelizmente trabalhamos mais nos efeitos do que nas causas. É vergonhoso ver nossos filhos vivendo numa ‘insegurança escolar’. Todos nós somos responsáveis pelo caos na educação do Brasil. As nossas ações são tímidas. Somos uma sociedade conformada.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos ser tomados por uma fortíssima indignação com tudo o que é ruim que está aí. Devemos com determinação cobrar das autoridades as providencias necessárias para que casos como este não se repitam. Sabemos que o problema está no coração dos que têm a responsabilidade de governar e de administrar e dos cidadãos comuns que não reagem ao dia a dia de desmandos, de incompetência e irresponsabilidade do poder publico. Vivemos numa sociedade entorpecida pelo lazer e pelo ter (prazer), adquirir bens (por um consumismo doentio). Há incompetência por um lado e alienação, por outro. Estamos mais preocupados com a aparência do que com a transparência. Vivemos dias muito difíceis – dias de preconceito, egoísmo, maldade, incredulidade, violência, corrupção, desmandos, insensibilidade e injustiça.</p>
<p style="text-align: justify;">A dor das famílias de Realengo e os traumas dos alunos devem nos levar a atitudes e ações que produzam resultados satisfatórios na educação publica: Implantar segurança eficiente nas escolas, tratar as famílias doentes, agir duramente contra os traficantes, não eleger os políticos incompetentes e corruptos, afastar professores e gestores ineficientes, unir a comunidade e criar mecanismos de controle e gestão competente e solidária. Que sejamos intransigentes com aqueles que brincam com a vida humana, que não exercem suas funções em favor dos cidadãos que pagam pesados impostos. Os elementos que não têm vocação educacional e que, infelizmente, trabalham por dinheiro, devem ser banidos do contexto educacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Que criemos capelanias escolares, dando toda a assistência a pais e alunos. Sirvamos professores, alunos, funcionários e comunidade para que tenhamos escolas publicas de excelente qualidade. Sejamos intrépidos e ousados nas mudanças estruturais da educação brasileira. Enfrentemos os homens maus. Lutemos sem trégua contra aqueles que envergonham o Brasil. Sejamos um povo politizado, sensível, proativo, incansável nas mudanças e comprometido com a excelência da educação publica. Trabalhemos para que os professores realmente vocacionados tenham salários dignos da envergadura de sua profissão. Lutemos, não com as armas de fogo, mas com a consciência amadurecida para que nossos filhos e netos herdem um país de vanguarda, um exemplo de seriedade, competência e excelência para todo o mundo. Deus assim será glorificado!</p>
<p style="text-align: justify;">Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor batista.</p>
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		<title>VIVER É UMA ARTE</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Apr 2011 13:28:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como a arte, a vida tem as suas cores, curvas, retas, contornos, paisagens, relevos, ondulações. A vida revela a multiforme sabedoria de Deus. Viver é andar pelos vales e montanhas; rios e desertos; experimentar frio, calor e temperatura amena. A vida tem facilidades e dificuldades. A jornada pode ser confortável como poder ser desconfortável. Ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como a arte, a vida tem as suas cores, curvas, retas, contornos, paisagens, relevos, ondulações. A vida revela a multiforme sabedoria de Deus. Viver é andar pelos vales e montanhas; rios e desertos; experimentar frio, calor e temperatura amena. A vida tem facilidades e dificuldades. A jornada pode ser confortável como poder ser desconfortável. Ela é composta de sofrimento e gozo. Viver depende mais das reações. Estas definem a nossa maturidade.</p>
<p>Durante a vida construímos quadros multicoloridos ou opacos. Esculturas belíssimas e também sem beleza nenhuma. A arte é o resultado do talento e do sacrifício de seu artista. Ela deve ser interpretada à luz da sua vida e das suas observações. Viver bem é viver a arte que encanta e que motiva a caminhada firme e perseverante. Também, saber caminhar sobre os espinhos sem murmurar, confiando em Cristo que sabe o que é sofrer, o nosso médico ferido (Isaias 53). Ele mesmo nos alertou acerca das aflições ou tribulações da caminhada cristã (João 16.33).</p>
<p>Na vida, cada quadro, escultura ou peça deve ser produzido com mais excelência. É a experiência do artista que o leva a dar o melhor de si. A primeira obra é fruto da inexperiência. A última é produzida com maturidade de quem já sofreu. Paulo, ao escrever aos irmãos em Corinto, ensina: “Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança; mas, assim que cheguei à idade adulta, acabei com as coisas de criança. Porque agora vemos como por um espelho, de modo obscuro, mas depois veremos face a face. Agora conheço em parte, mas depois conhecerei plenamente, assim como também sou plenamente conhecido” (1 Co 13.11,12).. A vida é uma arte construída com intensidade de alma, produzida muitas vezes no sofrimento. Viver de forma autêntica é fazer uma leitura madura da vida com todas as suas implicações espirituais, emocionais, éticas e físicas.</p>
<p>Somos o resultado das nossas escolhas. Tudo o que o homem planta ele colhe (Gl 6.7). Sabemos que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Não há destino. Há fruto de escolhas. Há soberania e propósito dAquele que nos criou à Sua imagem e semelhança (Gn 1.28). Então, viver é saber andar pelas montanhas, pelos vales, navegar em mares revoltos, rios caudalosos e caminhar pelas curvas fechadas da vida. Discernir os perigos à luz da Palavra do Pai. É preciso viver com sabedoria e amor neste mundo insano e egoísta. Jesus é o único que pode transformar a nossa vida num lindo quadro, peça ou escultura que pode ser admirado ou admirada como algo que reflete a Sua Glória.</p>
<p>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor.</p>
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		<title>Mantendo o foco</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Oct 2010 14:26:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[           Como é difícil manter o foco no que é essencial! O nosso grande desafio é manter o foco certo. Há pessoas que se concentram muito bem em objetivos nobres. Outras são tão dispersas. Querem fazer tudo e mais alguma coisa, mas não fazem o essencial, o que é prioritário. Precisamos compreender de forma madura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 13pt; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 14pt;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="color: #000000; font-size: 12pt;">           Como é difícil manter o foco no que é essencial! O nosso grande desafio é manter o foco certo. Há pessoas que se concentram muito bem em objetivos nobres. Outras são tão dispersas. Querem fazer tudo e mais alguma coisa, mas não fazem o essencial, o que é prioritário. Precisamos compreender de forma madura o conceito de foco. Conjugar o verbo ‘focar’. Antenor Nascentes diz que foco é o “<em style="mso-bidi-font-style: normal;">ponto para onde convergem raios emitidos por uma mesma fonte de luz e calor; ponto de reunião, sede principal, centro de qualquer coisa”</em>.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Na Bíblia, encontramos pessoas que trabalharam com o foco certo e outras que o perderam. Iniciemos abordando os que não focaram ou perderam o foco certo colocado pelo Senhor. Esaú perdeu o foco da primogenitura. Ele focou em si mesmo, nas suas necessidades físicas, pois trocou a sua primogenitura por um prato de lentilhas. Trocou a sua herança patriarcal por uma comida deliciosa, uma iguaria. Trocou o eterno pelo passageiro. O essencial pelo não-essencial. Como isto é triste! Temos perdido o foco das coisas espirituais à semelhança de Esaú. Quantas vezes agimos como carnais, materialistas e imediatistas. Tomados pelo ter e não pelo ser. Caracterizados pelo antropocentrismo tão forte neste mundo pós-moderno. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 13pt; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 14pt;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="color: #000000; font-size: 12pt;">Outro personagem bíblico que perdeu o foco tão bem colocado pelo Senhor foi Jonas, o profeta. Deus determinou que ele fosse para Nínive (Assíria) com a missão de levar o povo ao arrependimento e, ao mesmo tempo, o reconhecimento da Majestade de Yaweh. Diz o texto que ele “<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">fugiu da presença do Senhor, na direção de Társis</strong>” (Jn 1.3). O foco de Deus era que Jonas cumprisse a sua missão em Nínive, mas este preferiu desviar-se e ir para Társis (Espanha). Quantas vezes somos assim, pois queremos fazer a nossa vontade, entrar em nossa zona de conforto e viver às nossas ‘custas’ sem darmos satisfação ao Deus de toda a graça, que nos criou e nos salvou em Cristo Jesus. Mas Deus, para o nosso bem, intervém em nossa história (Rm 8,28). As intervenções de Deus são sempre para que atinjamos o Seu anseio. Jonas pagou o preço da sua desobediência, pois foi engolido por um grande peixe após uma tempestade no mar provocada pelo próprio Senhor. Como Deus é Pai ao mandar a tempestade e o peixe para tratarem o profeta, para que ele voltasse os olhos na direção da Sua vontade, fosse posicionado no foco e pregar o Reino ao povo assírio na cidade de Nínive! </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 13pt; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 14pt;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="color: #000000; font-size: 12pt;">Pedro foi outro personagem que perdeu o foco. Jesus estava expondo aos discípulos acerca de Sua ida para Jerusalém e a necessidade de morrer pelos pecadores. Esta era a meta de Jesus. Pedro, porém, tentou demover o Senhor do essencial, mas este disse para ele: “<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Para trás de mim, Satanás! Tu me és motivo de tropeço, pois não pensas nas coisas de Deus, mas, sim, nas que são dos homens.</strong>”<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>(Mt 16.23). A natureza humana é assim, ela quer salvar a sua pele, quer conforto, comodidade e não tem interesse no caminho estreito, o caminho da cruz, que é o caminho do Pai. Assim era Pedro. Ele perdeu o foco da vontade de Deus. Jesus havia deixado muito claro para ele e os demais discípulos a relevância de uma vida de obediência, concentrada na boa, agradável e perfeita vontade de Deus. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A nossa concentração deve estar sempre nas coisas mais importantes. O Senhor será sempre o nosso referencial. Ele é a nossa perspectiva, definindo as nossas prioridades, a nossa agenda ao longo da vida. A Palavra de Deus é o nosso manual para nos concentrarmos no que Deus quer para nós. Ele sempre quer o melhor para os Seus e, acima de tudo, para a Sua glória.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 13pt; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 14pt;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="color: #000000;"><span style="mso-tab-count: 1;"><span style="font-size: 12pt;">            </span></span><span style="font-size: 12pt;">Mas há focos positivos. Temos pessoas que focaram a vontade e a glória de Deus.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Abrão (depois, Abraão) foi uma delas. Um irmão precioso, chamado pai da fé. Deus o chamou de Ur dos Caldeus (Hoje Iraque) para a terra que Ele, o Senhor, iria mostrar. Abrão focou o Senhor. Isto bastava para ele. Alguém disse que ele “não sabia para onde ia, mas sabia com quem ia”. Aqui faz toda a diferença. O futuro patriarca haveria de experimentar a provisão e a proteção de Deus ao longo do caminho da fé. Ele venceu muitos obstáculos para chegar a Canaã. Ele sabia das implicações. Quando Deus coloca um desafio (foco) diante de nós, Ele nos capacita a vencer, a atingir o alvo. Abraão se tornou o pai da fé e da nação hebraica. Jesus, como homem, é da descendência de Abraão. Este servo de Deus foi pai em avançada idade. Foi provado no Monte Moriá quando Deus pediu que ele sacrificasse o seu único filho, o filho<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>da promessa: “<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Toma agora teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas; vai à terra de Moriá e oferece-o ali em holocausto sobre um dos montes que te mostrarei</strong>” (Gn 22.2). Abraão obedeceu e foi fazer a vontade de Deus. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Lá foi o velho crendo no poder de Yaweh. O escritor aos hebreus interpreta este momento de forma magistral quando declara: “<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Pela fé, Abraão, quando provado, ofereceu Isaque para ser sacrificado; sim, aquele que havia recebido as promessas estava a ponto de oferecer<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>seu único filho, sobre o qual se havia falado: Em Isaque será contada a tua descendência. Ele considerou que Deus era poderoso até para o ressuscitar dos mortos e, assim, também, simbolicamente o recuperou</strong>” (Hb 11.17-19). Os olhos do velho patriarca estavam na suficiência do Todo-Poderoso que sempre provê. Que lição de fé e de amor ao Senhor! Um homem focado no amor e na glória do Senhor. Como precisamos imitar Abraão, seguir os seus passos! Obedecermos como ele obedeceu. </span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 13pt; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 14pt;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: 12pt;">Além de Abraão, temos Neemias, que, ao ser chamado pelo Senhor, quando era administrador do rei Artaxerxes, obedeceu. Após receber o relatório caótico acerca da cidade de Jerusalém, cujos muros estavam em ruinas, olha o que ele disse: “<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Depois de ouvir essas palavras, sentei-me e chorei. Lamentei por alguns dias; e continuei a jejuar e orar perante o Deus do céu”</strong> (Ne 1.4). Mais tarde, no processo de construção dos muros, ele foi tentado por Tobias, Sambalate e Gesém, mas, em 52 dias, ele os reconstruiu, colocando as portas nos portais. Que obra fantástica! Como Neemias foi tentado! Ele estava sempre absorvido pelo projeto de Deus – reconstruir os muros, a cidade e trazer alegria para o Seu povo. Quando oramos e choramos diante de Deus, Ele opera maravilhas para o nosso bem e para ser glorificado. Neemias era um homem autêntico. Ele tinha norte, direção. A sua liderança estava fundamentada na fidelidade de Deus. A vontade de Yaweh era o centro de sua vida. Por esta razão, ele foi muito bem sucedido. <span style="mso-spacerun: yes;">    </span></span><span style="mso-spacerun: yes;"><span style="font-size: 12pt;"> </span></span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 13pt; text-indent: 35.4pt; margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 14pt;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: 12pt;">O outro, Daniel, jovem judeu exilado na Pérsia, tinha a oração como um estilo de vida. Era um jovem puro e talentoso. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Os seus inimigos levaram o rei Dario assinar um edito injusto que, num período de 30 dias, ninguém podia consultar o seu Deus. Diz o texto bíblico (Dn 6.10) que Daniel, mesmo sabendo da lei, continuou no foco da oração como costumava fazer. Sabemos que a oração do justo pode muito em seus efeitos. Moço de oração, ele não se intimidou, mas buscou ao Senhor com mais intensidade e foi pego pelos seus algozes e jogado na cova dos leões famintos. O rei Dario ficou muito consternado com a situação. Sabemos que Deus é sempre fiel. Daniel, seu servo, foi preservado dos leões, mas os seus inimigos foram jogados lá e estraçalhados pelas feras famintas. O homem colhe o que semeia (Gl 6.7). Esta é a lei. </span><span style="mso-spacerun: yes;"><span style="font-size: 12pt;"> </span></span></span></span></span></p>
<p><span style="line-height: 14pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-language: en-us; mso-ansi-language: pt-br; mso-bidi-language: ar-sa;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="color: #000000; font-size: 12pt;">Por último, Jesus é o nosso maior exemplo de alguém cujo foco foi morrer por nós, satisfazendo plenamente a justiça de Deus. Ele satisfez toda a justiça do Pai para que, nEle, pudéssemos ser perdoados, livres e abençoados. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Jesus sempre deixou muito claro a Sua missão<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">: buscar e salvar o que se havia perdido</strong> (Lc 19.10). Ele sempre se conformou com a vontade do Pai, sendo sempre obediente. Esta vontade era o Seu prazer. O Pai tinha prazer no Filho. “<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Este é o meu Filho amado, de quem me agrado”</strong> (Mt 3.17). Não podemos perder o foco chamado de a vontade de Deus. Ela é sempre boa, agradável e perfeita (Rm 12.2). Imitemos Abraão, pai da fé; Neemias, o construtor de Deus; Daniel, o jovem de oração; e Jesus, o único Salvador e Senhor. Atentemos para o conselho do escritor aos hebreus se referindo ao Precioso Salvador e Senhor Jesus Cristo: “<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Portanto, também nós, rodeados de tão grande nuvem de testemunhas, depois de eliminar tudo o que nos impede de prosseguir e o pecado que nos assedia, corramos com perseverança a corrida que nos está proposta, fixando os olhos em Jesus, o Autor e Consumador da nossa fé, o qual, por causa da alegria que lhe estava proposta , suportou a cruz, não fazendo caso da vergonha que sofreu, e está assentado à direita do trono de Deus</strong>” (hb 12.1,2). Que Jesus seja sempre o nosso foco principal e referência para os focos da nossa agenda como homens e mulheres de Deus.</span></span></span></p>
<p><span style="line-height: 14pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-language: en-us; mso-ansi-language: pt-br; mso-bidi-language: ar-sa;"><span style="font-family: Calibri; color: #000000; font-size: small;">Oswaldo Luiz Gomes Jacob</span></span></p>
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		<title>Não Viva de Aparência</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 18:56:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Homem vê o exterior, mas, Deus vê o interior, o coração!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:6bf52a52-394a-11d3-b153-00c04f79faa6" width="100" height="100" codebase="http://activex.microsoft.com/activex/controls/mplayer/en/nsmp2inf.cab#Version=5,1,52,701"><param name="url" value="http://oswaldojacob.com/blog/wp-content/themes/tma/images/latest/WS_30006.wma" /><embed type="application/x-mplayer2" width="100" height="100" src="http://oswaldojacob.com/blog/wp-content/themes/tma/images/latest/WS_30006.wma"></embed></object></p>
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		<title>O Segredo da Quietude</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 20:15:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
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		<description><![CDATA[Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra. Salmos 46:10. Richard Foster afirma que “na sociedade contemporânea nosso Adversário se especializa em três coisas: ruído, pressa e multidões”. O mundo moderno é muito barulhento e frenético, além de preocupar-se demais com as massas. Estamos vivendo na era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra. Salmos 46:10.</p>
<p style="text-align: justify;">Richard Foster afirma que “na sociedade contemporânea nosso Adversário se especializa em três coisas: ruído, pressa e multidões”. O mundo moderno é muito barulhento e frenético, além de preocupar-se demais com as massas.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos vivendo na era do barulho. O volume do som que invade o ambi-ente no circuito das cidades é descomunal. A emissão de som em exagero, tanto no espaço exterior como nos recintos fechados, é responsável pela perda gradativa da acuidade auditiva das pessoas. O mundo está ficando surdo e com isso a zoada aumenta ainda mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do barulho externo excessivo, há o tumulto da alma. O homem mo-derno tem sido estimulado emocionalmente mais do que qualquer outro da história humana, e em conseqüência disso, sua mente é muito agitada. A excitação cons-tante do sistema nervoso tem produzido pessoas mais “ligadas” e inquietas, que gritam por dentro numa convulsão de sintomas que assinalam uma extraordinária ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">O zunzunzum do mundo e o brado da alma são substâncias que ateiam o calor íntimo das pessoas, bloqueando o repouso interior. Somos uma geração in-tranqüila que corre de um lado para o outro tentando achar um lugar de lazer, mas sem muito êxito.</p>
<p style="text-align: justify;">O ser humano não foi feito para esse agito. O primeiro lar da raça adâmica foi um jardim sossegado, onde o deleite era a essência da comunhão com Deus. Ninguém precisava buscar lá fora o gozo, pois a vida com Deus preenchia o signifi-cado da existência. Hoje, se vive à caça do divertimento a qualquer custo e não há prazer que atenda ao rombo produzido pelo pecado.</p>
<p style="text-align: justify;">Remo Cantoni disse que “a corrida frenética aos prazeres e aos divertimen-tos nasce de um desequilíbrio interior, do tédio, da intolerância do próprio estado e da necessidade de cobrir o déficit psicológico, lançando ao eu o maior número pos-sível de estimulantes e reagentes”. Essa busca externa de sentido é o atestado da falência interior.</p>
<p style="text-align: justify;">A grande necessidade da alma é o descanso. Jesus fez uma proposta aos seus discípulos que sugere férias no domínio dos sentimentos. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Mateus 11:29.</p>
<p style="text-align: justify;">O Pai fala de modo decisivo: aquietai-vos e sabei que eu sou Deus. Só na quietude podemos saber que Deus é realmente Deus. É preciso uma trégua na agenda cheia para poder conviver com o Pai. O alvoroço e a correria são obstáculos para a comunhão.</p>
<p style="text-align: justify;">Na academia de Jesus há duas matérias indispensáveis para o alívio da alma: mansidão e humildade. A mansidão está ligada com o direito de posse. Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra. Mateus 5:5. A humildade está relacionada à posição do ser. A soberba do homem o abaterá, mas o hu-milde de espírito obterá honra. Provérbios 29:23.</p>
<p style="text-align: justify;">A mansidão mexe com as prioridades relacionadas com o ter, enquanto a humildade está ligada às preferências do ser. A pessoa mansa sabe administrar o seu tempo do ponto de vista do seu maior tesouro. Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescen-tadas. Mateus 6:33. A ênfase da mansidão é a precedência daquilo que tem o mai-or valor.</p>
<p style="text-align: justify;">A humildade aponta para o nosso estado. O homem é húmus ou argila. Hu-mano é o pó que ficou de pé. É o húmus vivificado que anda como gente. Humilde é o humano que se reconhece húmus. É o homem que depende inteiramente de Deus. A humildade é pura honestidade, pois é simplesmente a percepção da com-pleta nulidade humana e da sua dependência total de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem mansidão e humildade não há lugar para Deus na agenda. O estarda-lhaço da alma não permite que Deus faça parte de sua pauta, por isso é imprescin-dível o aprendizado das disciplinas espirituais. Sendo assim, é preciso, através da graça plena, fazer aquietar esse coração agitado. Volta, minha alma, ao teu sos-sego, pois o SENHOR tem sido generoso para contigo. Salmos 116:7.</p>
<p style="text-align: justify;">Deus quer nos abençoar e nós precisamos ordenar a nossa alma a voltar depressa ao seu sossego. Eu sei que não é fácil esse processo, tampouco a nossa alma o quer, mas é a única alternativa. Assim diz o SENHOR: Ponde-vos à margem no caminho e vede, perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos. Jeremias 6:16.</p>
<p style="text-align: justify;">Jesus Cristo é o caminho do descanso e não podemos andar por ele sem comunhão. Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor. 1 Coríntios 1:9.<br />
Essa comunhão espiritual necessita de solitude, isto é: tempo a sós com a Trindade. A intimidade divina não é assunto para as multidões. O Senhor mostrou aos discípulos a indispensabilidade de afastamento dos observadores, porque a confiança requer transparência e informalidade. Tu, porém, quando orares, en-tra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. Mateus 6:6.</p>
<p style="text-align: justify;">Jesus sempre buscou lugares isolados para desenvolver a sua comunhão com o Pai. De quando em quando ele saia sozinho para manter um relacionamento mais estreito com o Pai. Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava. Marcos 1:35.</p>
<p style="text-align: justify;">A solitude não é solidão. É um momento em nossa agenda em que nos se-paramos das pessoas, a fim de ampliar o nosso relacionamento com Deus. Apesar de nos encontramos sozinhos não estamos solitários. Nenhuma pessoa que esteja em comunhão com Deus pode encontrar-se desacompanhada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os momentos de retiro são ocasiões de quietude. A alma precisa ficar sos-segada para poder ouvir a voz de Deus. O silêncio é um elemento fundamental para escutar o som suave da voz do Pai. Veja como Deus falou com o profeta Elias. Ele não falou no meio do tumulto, mas na suavidade. Depois do terremoto, um fogo, mas o SENHOR não estava no fogo; e, depois do fogo, um cicio tran-qüilo e suave. 1 Reis 19:12.</p>
<p style="text-align: justify;">O silêncio é imprescindível para poder ouvir Deus falar. Ele é espírito e a sua voz só será ouvida em nosso espírito. Para isso é preciso que estejamos calados e a nossa alma serena. O SENHOR, porém, está no seu santo templo; cale-se di-ante dele toda a terra. Habacuque 2:20.</p>
<p style="text-align: justify;">A pressa, a algazarra e as multidões são bloqueios na comunhão com Deus. O sossego, o silêncio e a solitude são indispensáveis para a comunicação espiritual. Não há atalhos nem caminhos mágicos. Cale-se toda carne diante do SENHOR, porque ele se levantou da sua santa morada. Zacarias 2:13.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus. Primeiro a quietude, depois o co-nhecimento pessoal de Deus. Nossa maior necessidade é nos aquietar silentes di-ante do trono da graça e esperar a revelação de Pai. Bom é aguardar a salvação do SENHOR, e isso, em silêncio. Lamentações 3:26.</p>
<p style="text-align: justify;">A solitude, o silêncio e a simplicidade são fundamentais nesse processo da quietação emocional. Se as multidões asfixiam a pessoa e a vozearia transtorna a calma, o corre-corre assanha a alma e extingue qualquer centelha de simplicidade. A crise mais aguda da vida espiritual está relacionada com a presunção de exclusi-vidade e importância. Há um grande risco na esperteza da mente. Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim tam-bém seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo. 2 Coríntios 11:3.</p>
<p style="text-align: justify;">A simplicidade esvazia a ostentação e desestabiliza toda manifestação de esnobismo. Uma vida simples não quer dizer uma vida despojada dos recursos que Deus provê, mas expressa um viver contente na dependência do que Deus tem providenciado. “A simplicidade conhece o contentamento tanto na humilhação como na abundância”, por isso, numa mente satisfeita há uma celebração permanente.</p>
<p style="text-align: justify;">Matthew Henry disse que “aquele que está sempre satisfeito, embora tenha tão pouco, é muito mais feliz do que aquele que está sempre a cobiçar, mesmo tendo muito”. A mansidão e a simplicidade são responsáveis pela estabilização da agenda de acordo com as prioridades de valor eterno.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda quero ressaltar que a descomplicação é uma das características mar-cantes da simplicidade. Viver contente em qualquer ocasião e ser um facilitador das relações é um patrimônio social que não tem preço nesse mundo da afetação dos afetados.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, mais do que nunca, precisamos gozar da quietude espiritual. Isso não é tão fácil assim, mas é imperioso que busquemos o caminho da vida intima com Deus. Como mostrou Victor Alfsen, “Deus pode fazer maravilhas com um coração quebrantado, se você lhe entregar todos os pedaços”.</p>
<p style="text-align: justify;">A minha alma é muito inquieta e com excesso de ruído. Mas não há alterna-tiva, é preciso aquietá-la sob o governo da graça, a única escola capaz de levar a cabo esse programa, sem violentar a personalidade. Veja como o salmista é enfáti-co. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança ama-mentada se aquieta nos braços de sua mãe, assim como essa criança é a minha alma para comigo. Salmos 131:2.</p>
<p style="text-align: justify;">Quero, porém, ressaltar que somente a graça de Deus é competente na apli-cação dos métodos adequados para as disciplinas espirituais, e deste modo, que o Santo Espírito nos conduza aos exercícios graciosos que nos capacitem ao segredo da quietude. Aleluia!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>GLÊNIO FONSECA PARANAGUÁ – Associação Betel de Evangelismo e Missões </strong></p>
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		<title>Carta aos esposos</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 14:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trechos da carta escrita por João Crisóstomo (354-407), bispo de Antioquia, cujo título simplesmente é &#8230;&#34;Aos esposos&#34;. &#34;Não chameis por ela nunca duma maneira seca, mas empregai, pelo contrário, palavras aduladoras, ternas. Palavras de amor. Honrai-a e o pensamento de procurar as homenagens doutros não aparecerá, pois não terá a idéia de ir mendigar fora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>Trechos da carta escrita por João Crisóstomo (354-407), bispo de Antioquia, cujo título simplesmente é &#8230;&quot;Aos esposos&quot;.</b></p>
<p>&quot;Não chameis por ela nunca duma maneira seca, mas empregai, pelo contrário, palavras aduladoras, ternas. Palavras de amor. Honrai-a e o pensamento de procurar as homenagens doutros não aparecerá, pois não terá a idéia de ir mendigar fora a afeição que encontrará em vós. Colocai-a acima de tudo pela beleza., como pela sabedoria e dai-lhe testemunho disso. Introduzi-a no amor de Deus e a vossa casa transbordará de bens.</p>
<p>A tua mulher terá talvez bens pessoais e dirá: ‘Quando comprei isto não gastei nada do que te pertence, gastei só dos meus próprios recursos’. O quê? Depois do casamento, já não sois dois! Sois um só e pensais que há ainda duas propriedades distintas? É lamentável! Depois do casamento não formais senão um só ser, uma só vida. Por que dizeis: o teu, o meu? Esta palavra abominável e degradante é uma invenção diabólica. O criador fez um bem comum de coisas seguramente necessárias. Ninguém pode dizer: o meu sol, a minha luz, a minha água. E vós dizeis: os meus bens? Eis um vício que é preciso combater acima de tudo. Mas é preciso fazê-lo com muita delicadeza.</p>
<p>Queres que a tua mulher seja submissa como a Igreja o é a Cristo? Tem para com ela a solicitude de Cristo pela sua Igreja. Em rigor, pode dominar-se um servo pelo medo. Mas a companheira de tua vida, a mãe dos teus filhos, a causa da tua felicidade e da tua alegria, não a podes encadear pelo medo e pelas ameaças. Deves prendê-la pelo amor e pela delicadeza. Que união pode existir quando a mulher treme diante do seu marido? Que alegria pode Ter o marido quando trata a mulher como uma escrava? Mesmo se sofreste um pouco por ela, não lhe lances isso em rosto. Cristo fez muito mais pela sua Igreja.</p>
<p>Mostra-lhe a felicidade que tens em viver em sua companhia e que preferes a vida de casa à da cidade. Ela ocupa um lugar antes dos amigos e antes dos filhos que te deu: Faz-lhe compreender que é por causa dela que tu os amas. Quando ela fizer qualquer coisa de bem, felicita-a, e admira o seu talento. Se faz qualquer tolice, não a censures por isso. Fazei a vossa oração em comum. Aprendei a nada temer neste mundo, senão a ofender a Deus. Se um homem se casa com este espírito, então o matrimônio está muito próximo da perfeição&quot;.</p>
<p>Fonte: Site <a href="http://www.ejesus.com.br">www.ejesus.com.br</a></p>
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		<title>SER BATISTA</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 16:46:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nestes tempos de tanta confusão, falta de identidade denominacional, precisamos definir os termos (como dizia o professor Purim). O que é ser batista? Antes de tudo, é ser cristão, nascido de novo, regenerado em Cristo Jesus pela obra poderosa do Espírito Santo por causa do amor de Deus, o Pai. É ser nova criatura (2 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nestes tempos de tanta confusão, falta de identidade denominacional, precisamos definir os termos (como dizia o professor Purim). O que é ser batista? Antes de tudo, é ser cristão, nascido de novo, regenerado em Cristo Jesus pela obra poderosa do Espírito Santo por causa do amor de Deus, o Pai. É ser nova criatura (2 Co 5.17). Cuidar muito bem da vida pessoal, sendo um leitor assíduo da Palavra de Deus e ter uma vida intensa de oração. Primar pelo culto no lar. Compartilhar a sua fé em Cristo, agindo como sal da terra e luz do mundo (Mt 5.13-16). Ser membro de uma igreja batista comprometido com o evangelho integral. Servir ao Senhor com alegria e singeleza de coração, procurando ser um dizimista fiel e um investidor criativo na obra missionária. Ser um membro de família amoroso, ativo, eficiente e aglutinador. Um cidadão que ama o seu país e está comprometido com a liberdade de expressão, com a justiça social. Lutar com as armas sociais para emprego e renda. Lutar contra toda a forma de segregação racial, preconceitos. Pregar contra a imoralidade, a corrupção, a violência, o crime organizado, o tráfico de drogas, o trabalho e a prostituição infantil, a pedofilia, o aborto, o estupro e toda a sorte de erro. </p>
<p>Ser batista é pregar a separação entre Igreja e Estado – a não- clericalização do Estado e a não-secularização da igreja. É saber votar <i>nas pessoas certas, para os lugares certos pelas razões certas</i>. Pregar contra a pobreza. Eliminar o analfabetismo. Trabalhar pela educação integral e pela inclusão dos jovens carentes na universidade. Buscar uma melhor qualidade de vida administrando de forma competente o meio ambiente, implantando a coleta seletiva do lixo, o uso inteligente da água e a não poluição de córregos, rios, nascentes e mares. Promover a educação ambiental. Trabalhar para o beneficio dos mais pobres para que todos tenham acesso a água potável, energia, esgoto, inclusão digital e todos os benefícios dos mais abastados. Apreciei muito a oração de Brennan Manning: “Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, oramos que a nossa experiência de fé corresponda às declarações de crença que fazemos a teu respeito. Concede-nos a coragem de orar. Unge-nos com o espírito de compaixão para que possamos ser o que em tua paixão foste, no nosso tempo; para que sejamos pobres com os pobres, choremos com os que choram, entremos na luta da nossa geração por justiça social, tratando os outros como gostaríamos de ser tratados. Oramos pela coragem de arriscar tudo em Ti, de estarmos contigo em tua fidelidade a tua missão, nossa missão. Para isto vim ao mundo, para dizer: Eis-me aqui, Senhor, venho fazer tua vontade” (Manning, <i>Assinatura de Jesus</i>, Textus, 43,44). </p>
<p>Ser batista é amar a obra missionária, valorizar a denominação (participando ativamente dos encontros denominacionais), participar dos movimentos missionários, de trabalhos voluntários e ajuda substancial aos mais carentes. Fazer da Igreja <i>um hospital para pecadores e não um museu para santos</i>. Orar e trabalhar para que a igreja seja uma comunidade do perdão e da festa, <i>koinonia pura</i>. A comunidade do amor, do perdão, da aceitação em plena alegria. Planejar em oração cultos inclusivos, cultos espirituais nos quais as pessoas se arrependam, creiam e obedeçam de todo o coração. É ver os campos que estão brancos para a ceifa, buscando os perdidos, os párias da sociedade. Permitir ser um membro comprometido com a ética do Reino de Deus. </p>
<p>Ser batista é cantar um cântico novo. Celebrar a morte, ressurreição e a volta do Senhor pela pratica da Ceia do Senhor e também nos cultos que enfatizam toda a obra suficiente de Cristo. Como é bom ser batista, comprometido com os princípios da Palavra de Deus! Ela é o nosso manual de fé e prática. Povo batista – transformado para transformar. Povo batista – um povo amoroso, acolhedor, visionário, trabalhador, zeloso, hospitaleiro e comprometido com a dignidade do homem, imagem e semelhança do Senhor. Ser batista é amar os perdidos, levando-lhes a Palavra do Senhor para que se convertam. Ser coerente como Cristo foi em toda a Sua vida. </p>
<p>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, PR.</p>
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		<title>O MODELO PASTORAL DE JESUS (VI)</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 01:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um ministério no meio da multidão – Mc 3.7-12 Temos a tendência de nos afastarmos da multidão. Há momentos que ficamos muito cansados. Precisamos recarregar as baterias físicas, emocionais e espirituais. Jesus muitas vezes se afastou da multidão e dos discípulos para ter um tempo muito precioso com o Pai. As suas escapadas eram necessárias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b><i>Um ministério no meio da multidão – </i>Mc 3.7-12</b></p>
<p>Temos a tendência de nos afastarmos da multidão. Há momentos que ficamos muito cansados. Precisamos recarregar as baterias físicas, emocionais e espirituais. Jesus muitas vezes se afastou da multidão e dos discípulos para ter um tempo muito precioso com o Pai. As suas escapadas eram necessárias para repor as Suas energias. Era-lhe necessário conviver entre a montanha e o vale. Quietude e movimento. Reflexão e atividade intensa. Jesus sabia como ninguém ter o equilíbrio entre a montanha e o vale. Entre a tranqüilidade e o trabalho intenso. Entre a calma e as tensões do dia a dia. </p>
<p>Como pastores, estamos no meio da multidão. À semelhança de Jesus, devemos viver entre as pessoas, amá-las de coração, cuidando delas com alegria, sabendo que estamos servindo ao Senhor. Jesus sabia lidar com a multidão. Ele tinha uma estratégia eficaz. A Sua logística beneficiava as gentes. Jesus aproveitava muito bem cada oportunidade para falar do amor de Deus àquela gente sofrida. Ele praticava o amor curando e encorajando as pessoas. O Seu coração estava sempre sensível àqueles que se achegavam a Ele para experimentar o Seu amor e o Seu poder. Ele sempre trabalhava dentro do propósito do Pai. Não podemos fazer tudo, mas devemos fazer o que Deus, nosso Pai, determinar na Sua soberana vontade. </p>
<p>Vivemos dias de muitas carências emocionais, pois as pessoas estão ansiosas, fóbicas, inseguras e infelizes. Elas precisam do Salvador. No meio da multidão somos chamados para proclamar o amor de Deus em Cristo por meio de palavras, atitudes e atos. O chamado pastoral é para estar na intimidade com o Pai (na montanha) e no meio da multidão (no vale). É no meio das gentes que somos desafiados, motivados, a viver uma vida de discernimento para entendermos o tempo da manifestação do Senhor para abençoar os que crêem na suficiência de Cristo Jesus, Seu Filho. </p>
<p>Gostei muito do que William MacDonald disse: “Jesus tinha o poder de curar, mas seus milagres foram realizados somente naqueles que vinham à procura de ajuda. Assim também é com a salvação. Seu poder de salvar é suficiente para todos, mas eficiente para todos os que crêem nele. Aprendemos do ministério do Salvador que a necessidade <i>não</i> constitui um chamado. Havia necessidade em toda parte. Jesus dependia das instruções de Deus, o Pai, para saber onde e quando servir. Devemos agir assim também” (<b>Comentário Popular</b>, <i>Mundo Cristão</i>, 2009, SP). </p>
<p>Vivamos na profundidade da comunhão com o Pai (na montanha) e no meio da multidão (no vale). Ele nos chamou para vida de renuncia e trabalho sério. A multidão está à espera de homens de Deus, sensíveis, sinceros e dedicados para serem as mãos e os pés do Mestre nas suas necessidades. Há muitos nas estradas da vida com feridas ainda abertas, com dores profundas, sofrendo terrivelmente. Eles precisam ser aliviados por Aquele que é manso e humilde de coração (Mt 11.29), que convida os cansados e oprimidos para os aliviar (Mt 11.28-30). Deus, o Pai, quer que convivamos com as multidões, sintamos o cheiro das pessoas perdidas, que precisam conhecer o amor do Salvador, que deu a Sua vida para que elas sejam salvas. Jesus é o nosso modelo pastoral que veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lc 19.10). </p>
<p><b>Oswaldo Luiz Gomes Jacob, PR. </b></p>
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		<title>COMO SER LIBERTO DO PECADO</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 11:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mas graças a Deus que, embora tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e libertos do pecado, fostes feitos servos da justiça. Romanos 6:17 e 18 &#8211; Do ponto de vista bíblico, o pecado não é um mero ato na prática do mal, mas também uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mas graças a Deus que, embora tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e libertos do pecado, fostes feitos servos da justiça. Romanos 6:17 e 18 &#8211;   <br />Do ponto de vista bíblico, o pecado não é um mero ato na prática do mal, mas também uma condição rebelde de alienação de Deus. O pecado se caracteriza por um rompimento da relação pessoal com Deus. O pecado separa o homem de Deus: Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam seu rosto de vós, de modo que não vos ouça. Isaías 59:2. Na verdade o pecado é um estado de descrença universal, que tornou o homem indisposto e desviado em relação a Deus: Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Romanos 3:23. O que a bíblia aponta é a pecaminosidade total da humanidade: Pois não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque. Eclesiastes 7:20. Não há distinção, nem exceção nesta matéria: Desviaram-se todos e juntamente se fizeram imundos; não há quem faça o bem, não há sequer um. Salmo 14:3. Ninguém neste mundo tem condições para se isentar do seu pecado: Quem pode dizer: Purifiquei o meu coração, limpo estou do meu pecado? Provérbio 20:9.    <br />As Escrituras Sagradas mostram que o pecado de Adão converteu-se numa realidade ecumênica: Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram. Romanos 5:12. Isto significa que todos nos tornamos pecadores em Adão de modo essencial. Assim, o estado rebelde passou a ser transmitido de modo natural, pela genética: Alienam-se os ímpios desde a madre; andam errados desde que nasceram, proferindo mentiras. Salmo 58:3. Eis que nasci em iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe. Salmo 51:5. O homem sendo um pecador por natureza, o seu pecado se torna uma realidade inerente ao seu viver diário: Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Salmo 51:3. Deste modo o homem passou a ser escravo do pecado: Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é escravo do pecado. João 8:34. Nós somos cativos de tudo aquilo que somos sujeitos. Logo, o homem transformou-se num dependente subjugado ao pecado: Não sabeis que daquele que a quem vos apresentais como servos para lhes obedecer, sois servos desse mesmo a quem obedeceis, seja do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? Romanos 6:16. Somos uma raça caída em que “todos estão debaixo do pecado”.    <br />Ora se “todos estão debaixo do pecado”, como o homem pode se libertar do pecado? É somente pela misericórdia de Deus: Porque Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, a fim de usar de misericórdia para todos. Romanos 11:32. Não há outro meio de libertação senão pela misericórdia divina: Mas Deus, sendo rico em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossos delitos, nos vivificou juntamente com Cristo ( pela graça sois salvos ) Efésios 2:4 e 5. Aqui a Bíblia nos mostra o amor de Deus, como a mola propulsora que enviou Jesus, para salvar a humanidade do seu pecado:Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16. Deus que ama o pecador mas odeia o pecado enviou Jesus para nos salvar da realidade maligna do pecado: Mas Deus dá prova de seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós. Romanos 5:8. Jesus veio para salvar o povo de seus pecados: Ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS, porque ele salvará seu povo dos seus pecados. Mateus 1:21. Sua missão salvadora implicava em dar vida eterna ao homem: O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham, vida, e a tenham em abundância. João 10:10. Para dar vida eterna ao homem Ele precisava libertar o homem de sua vida pecaminosa: Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente. O Senhor Deus, pois, a lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado. E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida. Gênesis 3:22 e 24. O homem no pecado não poderia ter acesso à fonte da vida, para não se tornar um pecador eterno. Por este motivo, Jesus veio tirar o pecado e dar vida eterna: No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. João 1:29. Ele, que não tinha pecado se fez homem para tomar o pecado dos homens a fim de libertar os homens do seu pecado e dar vida abundante: Pelo que lhe darei o seu quinhão com os grandes, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma até a morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e pelos transgressores intercedeu. Isaías 53:12. Levando ele mesmo os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. 1 Pedro 2:24. A nossa plena salvação consiste na misericórdia de Deus que enviou o seu Filho Jesus para morrer a nossa morte para o pecado e nos dar a vida eterna na sua ressurreição. Jesus tornou-se o nosso único advogado: Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual se deu a si mesmo em resgate por todos, para servir de testemunho a seu tempo. Timóteo 2:5 e 6. A sua morte foi na verdade a nossa morte; e a sua ressurreição é a nossa fonte de vida eterna: Porque, se temos sido unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente também o seremos na semelhança da sua ressurreição; sabendo isto, que o nosso homem velho foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado fosse desfeito, a fim de não servimos mais ao pecado. Romanos 6:5 e 6. A missão do Senhor Jesus abrangia a nossa libertação do pecado e a outorga de uma vida abundante. Graças a Deus pela sua obra consumada, capaz de verdadeiramente concretizar uma tão grande salvação: Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que abunde a graça? De modo nenhum. Nós, que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele? Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitados dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Romanos 6:1-4. Fomos batizados no corpo de Jesus quando de sua morte, para recebermos a vida eterna juntamente com Ele, na sua ressurreição. Este foi o plano de Deus executado por Jesus, para todo aquele que crê: Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos que crêem. Gálatas 3:22. Cabe a cada um de nós crer, como diz a Escritura, na nossa morte para o pecado e considerar-nos vivos para Deus por meio de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo: Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus. Romanos 6:11. Não podemos diminuir o valor da Palavra de Deus nem falsificar o processo divino. Cabe tão somente a cada um de nós crer. E crer de acordo com a Bíblia, a Palavra de Deus: Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. Porque no evangelho é revelada, de fé em fé, a justiça de Deus, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé. Romanos 1:16 e 17</p>
<p>Pastor Glênio Fonseca Paranaguá /&#160;&#160; <strong>Fonte: Associação Betel</strong></p>
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		<title>INVESTINDO A 400%</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 01:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oswaldo Luiz Gomes Jacob</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa noite, após ter concluído meu último culto, às dez horas, um pobre homem veio pedir-me que fosse orar por sua esposa, dizendo que ela estava moribunda. Concordei de imediato, e a caminho da casa dele perguntei-lhe por que não chamara o padre, posto que seu sotaque me indicava que ele era um irlandês. Segundo explicou, assim o fizera, mas o padre se recusara a vir sem o pagamento adiantado de dezoito pence, que o homem não possuía, porquanto a família estava passando fome.    <br />Imediatamente ocorreu-me que todo o dinheiro que eu tinha neste mundo era uma solitária moeda de meia coroa; além disso, ainda que me esperasse em casa a tigela na qual eu usualmente ia buscar o meu jantar, e mesmo que havia o suficiente para meu desjejum na manhã seguinte, nada me restava para almoçar no outro dia.     <br />O homem me levou por um miserável lance de escada até um destroçado quarto; e que visão se apresentou perante os nossos olhos! “Ah!”, pensei eu, “se eu tivesse dois xelins e seis pence, em lugar de meia coroa, quão alegremente eu lhes daria um xelim e seis pence!” Todavia, uma desgraçada incredulidade impediu-me de obedecer ao impulso de aliviar a aflição deles ao custo de tudo quanto eu possuía.     <br />“Você pediu-me que viesse e orasse por sua esposa”, disse eu ao homem. “Ajoelhemo-nos e oremos”. E nos ajoelhamos. Mas, nem bem eu abrira meus lábios dizendo “Nosso Pai, que estás no céu”, a consciência me acusou dentro em mim: “Ousas zombar de Deus? Tens a coragem de te ajoelhares e de chamares a Deus de Pai, tendo meia coroa no bolso?” Tal foi o conflito que me assaltou, que nunca antes nem depois experimentei igual. Como consegui terminar aquela forma de oração, não sei; nem sei dizer se as palavras tinham nexo ou não; contudo, levantei-me dali com profunda angústia na mente. O pobre pai voltou-se para mim e disse: “O senhor está vendo a triste condição em que nos achamos; se pode ajudar-nos, ajude-nos pelo amor de Deus!” Foi nesse momento que brilharam em minha mente as palavras: “Dá-lhe o que te pede”. Enfiei a mão no bolso e retirei lentamente dali a moeda de meia coroa. Entreguei-a ao homem, dizendo-lhe que aquilo que eu vinha procurando dizer-lhe era realmente verdade – que Deus é mesmo um Pai, e que se pode confiar nEle. A alegria voltou completa ao meu coração. Dali por diante pude declarar toda a verdade com autêntico sentimento, e o empecilho para a bênção desaparecera – desaparecera para sempre, conforme confio.     <br />Lembro-me bem de como naquela noite, quando me dirigia para casa, meu coração sentia-se tão leve quanto o meu bolso. Quando tomei minha tigela de mingau, antes de retirar-me para meu quarto, não a trocaria nem pelo banquete de um príncipe. Ao ajoelhar-me ao lado de meu leito, lembrei o Senhor, pela sua própria Palavra, que aquele que dá ao pobre empresta ao Senhor: roguei-Lhe que o meu empréstimo não fosse por muito tempo, pois doutro modo eu não teria o que almoçar no dia seguinte; então, sentindo paz interior e gozando de tranqüilidade, passei uma feliz noite de descanso.     <br />Na manhã seguinte, minha tigela de mingau não faltou. Antes de terminá-la, ouviu-se o carteiro que batia à porta, e pouco depois a proprietária da pensão veio entregar-me um envelope, com a mão molhada coberta pelo avental. Pus-me a olhar para o envelope, mas não pude atinar de quem era a letra. Era a caligrafia de um estranho, ou uma caligrafia disfarçada, e o carimbo do correio estava borrado. De onde viera, eu não sabia dizer. Ao abrir o envelope, nada encontrei escrito; porém, dentro da folha de papel em branco havia um par de luvas. E, ao abri-las, para minha surpresa caiu meio soberano. “Louvado seja o Senhor!” exclamei. “Quatrocentos por cento por um empréstimo de doze horas, é um ótimo lucro. Quão satisfeitos ficariam os negociantes de Hull, se pudessem emprestar seu dinheiro a uma taxa tão alta!” E naquele exato instante tomei a resolução de que um banco que não pode falir é que receberia as minhas economias ou proventos, conforme fosse o caso – uma determinação da qual até hoje não me arrependi.     <br />______________     <br /><strong>DR. HUDSON TAYLOR – MÉDICO MISSIONÁRIO NA CHINA</strong> </p>
<p>Este incidente ocorreu durante os estudos de medicina de Hudson Taylor (1832-1905), em Hull, na Inglaterra; e isso, juntamente com lições similares, serviu para fortalecer os princípios de fé que o nortearam na fundação da Mis- são para o Interior da China.</p>
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