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AMADOS PARA AMAR

Em me amares, tornaste-me amável (Agostinho)

Somos filhos do Deus que é amor (1 João 4.8). A revelação máxima do amor de Deus está em Jesus Cristo, nosso Senhor (Rm 8.38,39). Os filhos de Deus o são por direito de criação e de redenção (Gn 1.26; João 1.12). Toda a revelação de Deus está centrada no Seu amor e na Sua glória. Deus é glorificado quando vivemos o Seu amor entre nós. O novo mandamento deixado por Jesus é que nos amemos uns aos outros como Ele nos amou (João 13.34,35; Ef 5.1,2). O amor de Jesus é o padrão dos nossos relacionamentos dentro e fora lar.

Fomos criados para amarmos uns aos outros. Para nos curarmos mutuamente. Fomos criados e redimidos para vivermos a comunidade do amor que tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta (1 Co 13.4-8). Somos a comunidade da graça e do perdão. Celebramos todos os dias o amor de Deus em Cristo Jesus, nosso Senhor. Quando cremos que Deus nos ama, somos instrumentos do Seu amor. Passamos a espalhar esse amor sublime que cura as feridas e restaura os relacionamentos quebrados (Ef 4.32).

Somos amáveis em Cristo, a encarnação do amor do Pai. O amor de Deus em nós tem o poder extraordinário de nos fazer amáveis. Devemos ser semeadores do amor de Deus. As nossas atitudes e os nossos atos devem ser marcados pelo amor que é puro e desinteressado. O amor que levanta o caído pelas decepções da vida; que encoraja o desanimado; que amplia a visão estreita; que dilata o coração pequeno; e que traz alivio ao sofrimento atroz.

O amor de Deus em nós é perdoador, mobilizador, catalizador e empreendedor. Ele não é simplesmente reativo, mas proativo. O verdadeiro amor não é sentimento, mas atitude, decisão sublime. O amor genuíno gera gentileza. Ele tem a capacidade de construção e reconstrução. Não alimenta preconceito.

O autentico amor não aprova a hipocrisia, a falsidade, a dissimulação e a bajulação. O amor trabalha eficiente e eficazmente no solo da sinceridade, da autenticidade, da alma desnuda e do reconhecimento sincero do próximo, do seu enorme valor. O amor transforma circunstancias e renova o coração. Ele supera as adversidades. Vence o ódio. Une as pessoas. Causa empatia e simpatia. O amor não é extático, mas dinâmico. Não aprova o erro, mas sempre estimula a verdade. Ele tem prazer na justiça.

Fomos criados por Deus para vivermos o amor fraternal. Na economia do amor quanto mais amamos mais temos do amor. O depósito do amor só enche à medida que amamos. Os filhos de Deus amam porque Deus é amor. O amor traz alegria, sinergia, sensibilidade e cumplicidade nos relacionamentos. Como ensina o apóstolo Paulo: “Sede imitadores de Deus como filhos amados e andai em amor como Cristo nos amou e a Si mesmo se entregou por nós a Deus como oferta e sacrifício com aroma suave” (Ef 5.1,2). Não nos esqueçamos: Somos amáveis porque Deus nos amou (João 3.16). Todo o mérito pertence a Ele.

Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor.

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