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ALCANÇADOS EM NOSSA FRAQUEZA

O Senhor não trabalha com fortes, mas com fracos, com aqueles que são quebrantados e contritos. Os que têm consciência de sua fragilidade, de que foram salvos pela graça de Deus (Ef 2.8-10). As Escrituras nos revelam que o Senhor abate, humilha os fortes e levanta os abatidos. Jesus disse a Paulo: “A minha graça te basta porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Co 12.9,10). A nossa reação à fortaleza de Deus é a nossa fraqueza, debilidade. A nossa insuficiência encontra a suficiência de Cristo. Somos tratados em nossa fraqueza, em nossas profundas limitações. A graça opera mostrando quem é o Senhor e quem somos. Ela revela a nossa deficiência e, ao mesmo tempo, aponta para a suficiência e eficiência do Senhor em Sua obra na cruz e na ressurreição. É somente nEle que somos ‘mais que vencedores’ (Rm 8.37).

Há uma promessa em Isaías: “Ele dá força ao cansado e fortalece o que não tem vigor” (40.29). É maravilhoso e confortador sabermos que o Senhor trabalha e trata conosco em nossa debilidade e em nossas carências. A cada manhã, devemos nos apresentar a Deus em fraqueza para que o Seu poder opere em nós. Para que Sua maravilhosa graça nos eduque e sustente. Precisamos do Senhor para vencermos as nossas taras, os nossos vícios de pensamento, maus pensamentos, sentimentos maldosos, facciosos e um linguajar que não edifica. Temos também o nosso egoísmo e nossa arrogância. Há uma luta ferrenha entre a nossa carne e o nosso espírito (Rm 7.18-20). Mas o Espírito nos ajuda em nossas fraquezas (Rm 8.26). O Senhor se agrada ao tratar com um coração quebrantado e contrito (Sl 51.17).

Não permitamos que a nossa fraqueza seja desculpa para errarmos, pecarmos. Como Davi, precisamos pedir ao Senhor que Ele nos sonde, perscrute as profundezas do ser e nos guie por caminho eterno (Sl 139.23,24). E o mesmo Davi ora: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito inabalável” (Sl 51.10). Devemos confiar nAquele que nos faz mais que vencedores. Submetamo-nos ao Senhor em Sua graça e poder; justiça e santidade; amor e perdão. Que Ele nos livre de realçarmos as nossas “virtudes”, julgando o próximo pelos seus defeitos. Jesus nos ensina tacitamente a não julgarmos os outros (Mt 7.1-5). Sejamos instrumentos de Deus para que haja tratamento em nossos relacionamentos. Que a nossa fragilidade seja matéria prima para a formação do caráter de Cristo Jesus em nós objetivando relacionamentos saudáveis e a Glória de Deus!

Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor.

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