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A SÓS COM DEUS

A prática do a sós com Deus é muito negligenciada em nossos dias tão tumultuados. Mas é um estilo de vida do cristão autêntico, nascido de novo. Uma experiência de profunda comunhão com o nosso Pai. Um relacionamento muito enriquecedor. O a sós com Deus deve ser intenso e constante. Ele produz quebrantamento. Fortalece a mente e o coração. Razão e emoção. Coloca-nos numa posição de vulnerabilidade. Amplia a visão. É uma experiência terapêutica. Ele aumenta a nossa sensibilidade com o Senhor e com o próximo. Desenvolve mais fome e sede das Escrituras. Aprofunda a vida de oração, tornando-a um deleite em nossa experiência cotidiana. O a sós com Deus significa ministrar diante dEle em profunda devoção e consciência de missão. Revela dependência e reverência. Aprofunda nossa percepção e o nosso foco. Em um tempo de tanta dispersão, precisamos priorizar a nossa intimidade com o Pai. É uma hora bendita e abençoadora.

O a sós com Deus significa a essencialidade do Ser de Deus em nossas vidas. Que Ele é a prioridade da vida. Jesus mesmo afirmou que sem Ele nada podemos fazer (João 15.5). A experiência do a sós com Deus revela a nossa dependência dEle. Como filhos, somos dependentes de um Pai amoroso, fiel, justo, perfeito e benigno em todas as Suas obras (Sl 145.17). O Senhor está bem perto de todos os que O invocam e o fazem em verdade (Sl 145.18). Deus, nosso Pai, não despreza um coração quebrantado e contrito (Sl 51.17). Em nossa intimidade com o Ele, nós testemunhamos o nosso amor a Ele (Dt 6.4-9).

Deus mesmo é a nossa motivação para uma comunhão íntima com Ele por meio das Escrituras e da oração. A fome e sede de um relacionamento com o Autor da nossa salvação é outra motivação legítima. Homens e mulheres cristãos que deixaram o seu legado na História foram disciplinados na vida com Deus. Não abriam mão da comunhão profunda no Santo dos santos. As letras dos hinos do Cantor Cristão revelam homens e mulheres que, mesmo no sofrimento e nas circunstâncias adversas, não negligenciaram a devoção ao Senhor. Ele era central em suas vidas. Não é possível ministrar aos homens se falhamos em ministrar diante de Deus, na intimidade com Ele. A nossa capacidade ou suficiência vem dEle (2 Co 3.5).

Priorizemos a nossa comunhão íntima com Aquele que nos criou à Sua imagem e conforme a Sua semelhança e nos salvou em Cristo. Ele deve ser sempre central em nossa experiência como cristãos genuínos, regenerados pela obra do Espírito Santo. Que as primícias do nosso tempo sejam oferecidas a Ele em autêntica devoção e para a Sua própria Glória. Que sejamos praticantes da Palavra e não somente ouvintes (Tg 1.22). Apliquemo-nos à vida de oração (Lc 18.1; 1 Ts 5.17). Não nos enganemos: o inimigo das nossas almas faz de tudo para que não tenhamos intimidade com Deus pela Palavra e pela oração. Ele cria embaraços para que não dediquemos tempo para o Senhor. Sabemos que a nossa luta é espiritual e demanda vidas consagradas, dedicadas, proativas e cheias do Espírito Santo e consequente compaixão pelos perdidos. Deus quer nos usar para a Sua Glória, mas não o fará se nós não priorizarmos a intimidade com Ele. Para Ele e para a Sua Glória sempre o nosso melhor (Rm 12.1,2)!

Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor.

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