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A GRANDE BENÇÃO DE DOAR

Doa verdadeiramente quem tem um coração generoso, cujo centro é o Senhor Jesus Cristo. A vida de Cristo sempre foi pura doação (Fil 2.5-11). Ele a Si mesmo se deu por nós na cruz. Por nos amar e fazer toda a vontade do Pai é que Ele se doou plenamente. O ato de doar não é simplesmente sazonal, mas um estilo de vida. Doar é repartir o coração, as entranhas, a atenção ou os ouvidos, os recursos, o ombro, o teto e o alimento. Devemos doar sempre não para a nossa glória, mas para a glória de Deus e o benefício do próximo. O verbo doar é expressão do amor que tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta (1 Co 13.4-8). Só doa de profundo coração o que recebeu a vida como doação de Deus mediante a Sua graça em Cristo Jesus! Então, doe sempre. É semeadura. É uma grande benção.

O apóstolo Paulo, nos capítulos 8 e 9 da segunda carta aos Coríntios, nos ensina grandes lições sobre a liberalidade na contribuição: a intensidade da alegria deles; a livre vontade em participar das ofertas; o privilégio na contribuição; deram-se primeiramente ao Senhor e, depois, aos irmãos; tinham em Jesus o modelo de liberalidade; a consciência de que quem pouco semeia, pouco colherá; e o que muito semeia, muito colherá; a contribuição deve ser segundo o coração porque Deus ama ao que doa ou dá com alegria; e a base, o fundamento da contribuição é o dom inefável, inexprimível de Deus.

Peter Masters, diz: “A verdadeira atitude cristã é a de que tudo o que possuímos pertence ao Senhor. Ele nos prospera especificamente para a obra do Reino. A mordomia é o nosso chamado e a essência da adoração verdadeira. Ser um ofertante generoso é uma marca crucial do caráter cristão e da santificação. É o dar de nós mesmos ao Senhor. E o Senhor fará frutificar o objetivo desejado de cada doador sincero e honrará toda nossa abnegação. Ele será a nossa segurança, nosso escudo e nosso grande galardão conforme obedecermos a Sua Palavra: ‘de graça recebesses, de graça dai”. Quando William Carey deu a si mesmo para a obra de Deus na Índia, as palavras de um hino ardiam em seu coração: ‘E devo eu deixar tudo o que tenho, / Meu amado Senhor, por ti? / é certo, porque fizeste muito mais que isso por mim.” (Benjamin Beddone, 1717 – 1795).

Ainda citando Masters, “os famosos versos de Isaac Watts deveriam nos mover a dar ao Senhor o que é devido: Se o mundo inteiro fosse meu, / Seria oferta sem valor; / Tudo o que sou, Senhor, é Teu / Minha alma e todo o meu amor”. O egoísmo e a avareza nos prendem, mas o amor a Deus e o amor ao próximo nos libertam para contribuirmos ou doarmos liberalmente sem o espírito de barganha. Como Jesus, devemos ir por toda a parte e fazer o bem (At 10.38). Em Cristo Jesus, fomos chamados à mordomia, ao prazer em doar, ofertar, dizimar e servir com todo o amor. Paulo, no seu testemunho aos pastores de Éfeso, diz: “Em tudo vos dei o exemplo de que deveis trabalhar assim, a fim de socorrerdes os doentes, recordando as palavras do próprio Senhor Jesus: Dar é mais bem-aventurado que receber(Atos 20.35). Sejamos doadores amorosos, criteriosos, zelosos e conscientes de que toda a boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto e descem do Pai das luzes, em quem não há mudança e nem sombra de variação (Tg 1.17). Que grande bênção é doar com o amor de Cristo em nós!!!

Oswaldo Luiz Gomes Jacob, servo de Jesus Cristo.

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